O Grande Erro Da Esquerda Brasileira, segundo Stephen Kanitz.
O Brasil nunca foi um país capitalista de verdade. Portanto, é um equívoco tentar “destruir o capitalismo” aqui , simplesmente porque ele ainda não existe plenamente.
Capitalismo é, antes de tudo, uma forma descentralizada de cooperação humana.
O capitalista antecipa os recursos necessários para que a empresa funcione, garantindo segurança a funcionários, fornecedores e clientes de que haverá dinheiro para honrar compromissos.
No socialismo são os próprios clientes que antecipam via impostos, como na antiga Telebras.
Por isso, é dogma do capitalismo que toda empresa tenha, desde a sua fundação, o capital mínimo necessário para operar.
No Brasil, esse conceito nunca se enraizou.
• Empreendedores não sabem calcular o capital mínimo necessário.
• Cursos de administração, onde esse princípio é ensinado, foram proibidos por mais de 40 anos, a partir de 1946.
• Resultado: quatro em cada cinco empresas fecham nos primeiros cinco anos, atrasam salários, dão calotes, sonegam e se endividam.
Só no Brasil um caso como o da Lojas Americanas ocorre: uma gigante que nunca teve o capital adiantado pelos sócios, sobrevivendo apenas de prazos estendidos por fornecedores.
A esquerda tem razão ao rejeitar esse modelo , mas erra ao confundir isso com “capitalismo”.
Esse era o capitalismo da época de Karl Marx: empresários sem capital, explorando trabalhadores e fornecedores até conseguirem acumular recursos.
Marx diagnosticou esse estágio inicial, e errou ao generalizá-lo como essência do sistema.
Nossa esquerda brasileira ainda hoje repete esse equívoco.
Não compreende nem mesmo por que chamamos “capital social” e, pior, combate exatamente o que mais precisamos: acumular capital social das empresas.
Na primeira edição do ranking das 500 Maiores Empresas (1974), constatei que 55% das nossas maiores companhias não possuíam capital suficiente para operar, muito menos para crescer. Meio século depois, a situação piorou.
Essa realidade nunca chegou à FIESP, à Associação Comercial ou ao Ministério da Fazenda. Por isso o país continua estagnado.
O que deveríamos ter feito há 50 anos
• Nunca exigir antecipação de impostos sobre receitas que só seriam recebidas meses depois.
• Nunca tributar lucros reinvestidos nas empresas.
• Nunca tributar dividendos que fossem reaplicados em novos negócios.
• Nunca sobretaxar reservas financeiras mantidas pelas empresas , hoje, mais oneradas do que na pessoa física, forçando descapitalização.
O erro da esquerda brasileira é lutar contra um capitalismo que nunca existiu aqui.
Enquanto isso, continuamos presos a um sistema de empresas descapitalizadas, frágeis e incapazes de crescer.
Se quisermos mudar o futuro, precisamos fazer exatamente o oposto: fortalecer o capital das empresas, especialmente as de capital democrático, em vez de destruí-lo.
Stephen Kanitz
Fonte: https://x.com/StephenKanitz/status/1961193772186046983


























A ONU através de seu programa das Nações Unidas para o meio ambiente, em conjunto com o IPCC (Intergovernmental Panel on Climate Change), organização também composta por membros da ONU, vem desde a década de 1980 divulgando informações alarmistas sobre os riscos do aquecimento global, fenômeno este que estaria sendo provocado e acelerado pelas atividades humanas no planeta. Segundo estas organizações a humanidade deve adotar práticas sustentáveis em sua relação com o meio ambiente para evitar um desequilíbrio climático catastrófico de consequências imprevisíveis e que poderia ameaçar a vida no planeta como a conhecemos.
Esta semana estive observando as análises de alguns analistas financeiros e percebi como estão animados com a queda dos juros, e com as reformas estruturais em curso rumo a uma economia mais competitiva e inovadora. A geração de mais de 700 mil empregos nos nove primeiros meses de governo é por si só um forte sinal de recuperação. Estão claramente animados com entrada de novos investidores e com a guinada liberal na economia que está se formando e ganhando cada vez mais impulso.
O movimento esquerdista brasileiro trabalha incansavelmente para prejudicar o desenvolvimento e a estabilidade do país. Segundo o jornal francês Libération diversos representantes de organizações sindicais, partidos políticos, movimentos sociais, deputados, todos brasileiros e franceses, firmaram e publicaram um texto em 27/07 passado em que solicitam ao governante francês, presidente Macron, que não assine o acordo de livre comércio entre Mercosul e União Europeia. Segundo o texto, o acordo causará uma série de problemas, entre eles, sérios danos ao desenvolvimento econômico e social brasileiro e dos demais países envolvidos da América Latina, provocará o aumento da emissão de CO2, e que assim, o acordo de Paris relativo ao clima não será respeitado. O texto também menciona que a entrada em vigor do acordo de livre comércio ampliará a destruição do meio ambiente, a morte de pessoas e possibilitará o surgimento da escravidão.
O novo governo eleito em 2018, declaradamente à direita do espectro político brasileiro, está claramente atuando para modernizar e abrir a economia. Até aqui as ações já apresentam um cenário positivo entre os investidores, depois de 23 anos de governos de centro-esquerda e socialistas, que comprovadamente desnutriram criminosamente a economia brasileira. Um dos exemplos da destruição foi a liberação de empréstimos de longo prazo, boa parte classificados como secretos durante o governo Dilma, de cerca de 500 bilhões de reais por parte do BNDES para empresas escolhidas a dedo pelos petistas e também para governos estrangeiros esquerdistas, com juros entre 4 e 6% ficando o Tesouro Nacional encarregado de pagar estes mesmos 500 bilhões aos bancos com juros médios de 14%. A diferença negativa de juros e eventuais calotes dos tomadores de empréstimos evidentemente está sendo paga pelo contribuinte brasileiro. Se pelo menos estes valores tivessem sido aplicados no próprio país teria havido desenvolvimento nacional e a geração de milhões de empregos, mas a realidade do que aconteceu todos nós já sabemos. Os empregos foram gerados no exterior. Estamos com a economia ainda estagnada e oficialmente com 13 milhões de desempregados, mas que na realidade pode ser mais de vinte milhões, uma vez que as estatísticas não consideram quem está subempregado, ou quem já desistiu de procurar trabalho.
Desde que o novo governo Bolsonaro se posicionou ao lado das potências democráticas ocidentais: Estados Unidos, União Europeia e Israel, buscando assim, o desenvolvimento nacional, alinhado com as melhores práticas da economia de mercado, com menos burocratização, corrupção, impostos extorsivos e interferência estatal, se observa que o país vem enfrentando uma onda de ataques cibernéticos que atinge setores importantes do Estado brasileiro, tais como os procuradores da lava jato, o ministro da justiça e mais recentemente a líder do governo no Congresso Nacional, a deputada Joice Hasselmann, que teve seu telefone celular clonado. Até o mesmo o Assessor Especial da Presidência da República para Assuntos Internacionais, Felipe Martins, denunciou as tentativas diárias de invasão de suas contas no Twitter, Facebook, Instagram e WhatsApp. E menciona que hackers chineses conseguiram invadir sua conta no Netflix e em outros serviços. Novos estranhos tempos.
O que vimos recentemente no Congresso Nacional em 15 de maio passado, quando o ministro da educação foi convocado para justificar a pequena contingência obrigatória de 3,4% do orçamento da educação, pode ser qualificado como uma clara perseguição ao governo que se esforça por trabalhar certo.
Sem dúvida, a reforma da previdência, é um dos maiores desafios do governo Bolsonaro. É muito importante obter a aprovação do projeto, lá no Congresso Nacional, ainda no 1º semestre deste ano e obter uma economia de cerca de R$ 1,2 trilhão em 10 anos. Atualmente a previdência está com enorme déficit. Fechou o ano de 2018 devedor em R$ 290 bilhões, que é o resultado somado das previdências do setor privado, dos servidores públicos da união e dos militares, devendo ultrapassar em dezembro de 2019 a incrível marca de R$ 300 bilhões, se nada for feito.
A radicalização do regime de Maduro rumo a ditadura comunista reforça, aqui do lado brasileiro, a necessidade de uma atenção especial à calha norte, ou seja, toda aquela imensa região amazônica ao norte dos rios Solimões e Amazonas que faz fronteira com diversos países, tais como, Colômbia, Venezuela, Suriname, Guiana e Guiana francesa e que pode ser utilizada para atividades criminosas, ou outras que afetem os interesses nacionais.